Luís Rego contesta numeraçao Imprimir e-mail
Escrito por Luis Rego PR   
15-Jun-2008

Luis RegoLuís Rego não ficou agradado com o facto de lhe ter sido atribuído o número 18 à partida para a 43.ª edição do SATA Rallye Açores, tendo já manifestado o seu descontentamento junto da organização e manifestado publicamente a discordância em relação a alguns dos critérios utilizados na definição da ordem de partida.

 

 

O piloto açoriano contesta essencialmente o critério utilizado pelo Grupo Desportivo Comercial, ele que em edições anteriores sempre partiu entre os dez primeiros. E nem a presença de sete concorrentes espanhóis convence o vice-campeão dos Açores em título.

 

Numa missiva dirigida à organização, Luís Rego explicou que alguns aspectos não foram tidos em conta. “Quer parecer-nos que houve uma dualidade de critérios e até algum desrespeito na atribuição dos números de competição”, destacou, apontando ser “piloto de notoriedade nacional FPAK B desde Abril de 2007”, facto que não terá sido levado em linha de conta.

 

Para além disso, sublinhou o recente palmarés como outro argumento para justificar a sua indignação por levar o número 18 nas portas do Mitsubishi Lancer EVO IX. “Sou vice-campeão dos Açores e disputei na íntegra os últimos quatro campeonatos, para além de ter sido, por duas vezes, o melhor açoriano no SATA Rallye Açores, sendo numa delas segundo classificado na geral e no passado fui quarto e segundo melhor açoriano”, destacou.

 

Por estes motivos, Luís Rego entende que o seu desempenho recente “não foi respeitado em detrimento de outros pilotos também com prioridade FPAK B mas que não disputaram os últimos campeonatos dos Açores, cumprindo apenas uma prova por ano”.

 

Em relação à presença dos espanhóis, o concorrente não discute a numeração atribuída a Pons e Ojeda, mas em relação aos demais considera que a “notoriedade nacional não foi respeitada”.

 

 
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