| Mente combate o stress |
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| Escrito por Ass. Voleibol de Sao Miguel | |
| 21-Set-2008 | |
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A psicóloga Cláudia Dias
dividiu a sua intervenção por dois momentos pois o assunto e complexo e varia
de caso para caso.
Foi um dos temas que gerou
maior interesse junto os árbitros e cu
Certo é que os juízes também se
sentem afectados pelos factores externos ao
Deixar-se afectar pode resultar
numa prestação menos positiva, mas quais são as principais formas de pressão? A
psicóloga não elimina quaisquer factores. “Podem ser os
Naturalmente que quanto mais o
árbitro se deixar levar pelo stress, menos bom será o seu desempenho, mas
Cláudia Dias realçou que não são apenas os homens do apito que sentem a
ansiedade. “O stress pode reflectir-se no trabalho dos árbitros, mas também no
dos
E num meio pequeno, como é o
arquipélago dos Açores, onde quase todos se conhecem, poderá a pressão ser
maior? “É sempre diferente”, assegurou, explicando que “depende do nível em que
se encontrem”, dando como exemplo os árbitros mais novos que “estão a construir
a sua identidade e sentem uma pressão diferente. Os mais velhos já têm algum
estatuto e a experiência ajuda-os a reagir”.
Também a pressão que cada qual
coloca sobre si próprio pode ser uma fonte de anseio. Cláudia Dias sublinha
esse é dos “principais stress que se pode ter”, pois está aliada à vontade de
“querer ter um bom desempenho”. A superação passa por usar “estratégias a nível
cognitivo” que permitem ao árbitro manter o foco no trabalho.
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