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Tres pontos a fugir Imprimir e-mail
Escrito por operario.com   
01-Dez-2008

Operário desinspirado averbou a segunda derrota em casa e não aproveitou os desaires alheios para chegar ao segundo lugar. Faltou alguma organização ao futebol dos fabris, em parte devido à ausência de Lucas.  

 

Uma exibição esforçada mas um pouco abaixo da qualidade já evidenciada na época, contribuiu para o desaire sofrido pelo Operário, em casa, diante do Tourizense, por 0-1. Os forasteiros marcaram quando estavam decorridos apenas três minutos, de livre directo apontado por André Fontes.


Se o golo surgiu numa fase em que nenhuma das equipas ainda tinha feito algo para o merecer, com o desenrolar da partida os visitantes mostraram um futebol apoiado que criou dificuldades várias aos fabris, principalmente ao nível das rápidas saídas para o ataque.


Os pupilos de Francisco Agatão reagiram à desvantagem mas faltou-lhes quase sempre algo mais para poderem chegar ao golo. Ou era o último passe que não saía nas devidas condições, ou o remate não levava a melhor direcção ou, então, era a defesa continental que conseguia evitar o golo.


Filipe Duarte, aos 15 minutos, desperdiçou uma boa ocasião ao rematar sem direcção e mais perto do intervalo foi James que viu o guarda-redes contrário negar-lhe a tentativa de chapéu.


A toada do encontro manteve-se na segunda parte, com o Operário a intensificar a pressão na busca do empate, explorando o Tourizense o contra-ataque. Foi neste género de jogada que sobressaiu Serrão que por três vezes negou o golo certo à equipa de José Nando.


Num rápida saída para o ataque, os forasteiros colocaram dois avançados contra um defesa, não conseguindo Sílvio nem Traquina desfeitear o guarda-redes lagoense que com duas boas intervenções manteve viva a esperança. Depois, Serrão ainda foi ao ângulo evitar que Sílvio marcasse.


Na baliza contrária o perigo também rondava e os lances para penalidade também que o árbitro deixou passar. James e Amaral estiveram perto do golo mas a floresta de pernas da defesa forasteira evitou os festejos. O mesmo Amaral foi travado em falta no interior da área sem que o juiz assinalasse o respectivo castigo máximo e uma duvidosa mão na bola de Luís Cláudio também já mereceu sancionamento em circunstâncias diferentes.

 

 

 
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